Associação de Dadores de Sangue da Vila de Pereira

Dados da associação
Nome: Associação de Dadores de Sangue da Vila de Pereira
Morada: Rua da Torre nº 1(Edificio Sede Junta Freguesia de Pereira)
Código postal: 3140 - 315
Nº Contribuínte:
Email:
Website / url:
Nº Telefone:
Nº Fax:
Pessoa de contato: Arnaldo da Costa Nobre
Contato de responsável: 239645533

Associação de Dadores de Sangue da Vila de Pereira

 

(Historial)

1 - Constituição

F oi como Grupo de Dadores de Sangue, que a actividade de colheitas de sangue teve o seu inicio na Vila de Pereira, em 01.05.96, (data da 1.ª colheita), tendo efectuado a sua dádiva, 42 dadores.

Por escritura lavrada no Cartório Notarial de Montemor-o-Velho, no dia 04.02.2000, foi então constituída a Associa9ao de Dadores de Sangue da Vila de Pereira - ADSVP., entre os seguintes dadores de sangue:

Manuel Zambujo Ferreira Ventura, Jose Ameal Girão, Zulmira de Oliveira Sanches dos Santos, Maria Teresa Girão da Cruz, Francisco Rodrigues de G6is, Ausinda Maria Paixão Félix, Manuel Batista Mendes e Júlio Henrique Paiva Figo.

Da Associação faz parte o Núcleo de Arzila/Ameal, cuja 1.ª colheita se realizou em 01.05.2004, tendo efectuado a sua dádiva, 28 dadores.

Actualmente, temos aproximadamente 460 dadores de sangue inscritos.

2 - Órgãos Sociais

Assembleia Geral

 

Presidente – Manuel Batista Mendes
 

Vice-Presidente – José Cardoso Salgueiro
 

1.º Secretário –Julio Henrique Paiva Figo 
 


 
 

2.º Secretário –Manuel Alberto Góis Girão

Direcção

 

Presidente – Arnaldo da Costa Nobre
 

Vice-Presidente – António José Ribeiro dos Santos
 

1.º Secretário – José Manuel Castanheira Santos
 

2.º Secretário – Sérgio Manuel Pedro Santos
 

Tesoureiro – Salvador António Simões Félix
 

1.º Vogal – Ausinda Maria Paixão Félix
 

2.º Vogal – Zulmira Oliveira Sanches Santos

 

Conselho Fiscal

 

Presidente – João Filipe Almeida Galvão
 

1.º Vogal – João Almeida Paiva Geraldo
 

2.º Vogal – Carminda Maria Carrilho Costa
 

 

3 - Objecto

Conforme preceitua o artigo 2° dos Estatutos, a Associação tem por objecto específico, a dádiva desinteressada de sangue a toda a comunidade, sem qualquer distinção.

 

4 - Objectivo

Uma vez que, designadamente, O sangue humano não se fabrica artificialmente, que todos os dias são necessárias grandes quantidades de sangue para socorrer quem dele preciso, e que no tratamento de muitas doenças não tem substituto, o nosso objectivo essencial, e que, efectivamente, seja o sangue a esperar pelo doente, e não o doente a esperar pelo sangue!

E colaborando activamente com as demais Associações e Grupos de dadores de sangue do pais, aumentando o numero de dadivas, que tal objectivo será atingido.

5 - Informação

E fácil de ver que a pretensão referida no ponto anterior só terá êxito, se as pessoas se disponibilizarem para dar sangue! 

Podem dar sangue, as pessoas saudáveis, com idade compreendida entre os 18 e os 65 anos (60, se nunca a deram sangue), e pesem mais de 50 kgs.

As mulheres, podem fazer a sua dádiva de 4 em 4 meses (3 vezes por ano), e os homens de 3 em 3 meses (4 vezes por ano).

Porem, coma norma, um dador, dá sangue de 6 em 6 meses.

Ninguém dará sangue, se não reunir as condições mínimas para tal, o que será avaliado por urna equipa médica dos HUC, sempre presente em todas as recolhas.

Todo o processo de colheita de sangue, e realizado com o máximo de rigor e profissionalismo, pela equipa de enfermagem do referido estabelecimento hospitalar, que para o efeito se desloca também, a Pereira e a Arzila, nas datas marcadas.

Os riscos, são mínimos, para não dizer nenhuns, resultando de tão nobre gesto, apenas vantagens: os doentes sentir-se-ão melhor, e ate poderão salvar a própria vida; os dadores, tem a recompensa moral de abnegadamente, terem ajudado alguém num momento difícil da sua vida, a sentir-se feliz!

Há que referir ainda, que o dador, alem de receber gratuitamente os resultados de algumas análises importantes ao seu sangue, nomeadamente sobre a sida e a hepatite, tem direito à isenção das taxas moderadoras.

 

 

6-Apelo

Como todos sabemos, ter-se saúde, e das coisas mais importantes da nossa vida, se não a mais importante!

A todo o momento, qualquer um de nos, pode necessitar de levar urna transfusão de sangue, para salvar essa vida que tanto estimamos!

E se não houver sangue disponível quando precisarmos dele?

E aqui que surge o nosso problema.

Chegados os 65 anos de idade, o dador, já não poderá dar mais sangue, sendo forçoso que alguém o substitua nesse seu gesto.

E aqui também, outro problema se levanta.

Outra questão com que nos deparamos, e com a faIta de jovens nas nossas colheitas!

Dizem que tem medo, e assim vão adiando a oportunidade de colaborar nesta causa.

E incontornável que para termos urna sociedade mais saudável, temos de ter sangue suficiente para as necessidades, e para que isso seja urna realidade, mais pessoas tem de aderir a este movimento.

Por outro Iado, dir-se-á bem, cremos, que constitui um dever moral de toda a comunidade preocupar-se e participar na dádiva de sangue.

Conclui-se, em síntese do que ficou dito, apelando a todas as pessoas que preencham os requisitos acima referidos, que dêem sangue; não receiem, porque são técnicos responsáveis dos HUC que procedem a recolha de sangue.

Aos jovens, tão activos, e que tão preocupados estão com os problemas da sociedade, vai em especial, um pedido para que adiram a esta causa que a todos nos diz respeito; O futuro, pertence-vos, logo, tenham como prioritário também, que com a vossa acção, as dadivas aumentem, e não corramos o risco de os nossos doentes não terem sangue quando dele precisarem!